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sábado, 23 de outubro de 2010

Projetos Integrados de Aprendizagem

Titulo: Desafios de Aprendizagem na sociedade Contemporânea.

Objetivo:
Propor atividades didáticas e pedagógicas diferenciadas a partir do uso dos recursos tecnológicos.

Metodologia:
O projeto foi desenvolvido de acordo com as seguintes etapas:
1. No início do ano letivo, cada dupla de aluno criou um blog para ser trabalhado os conteúdos propostos nos parâmetros curriculares do 3º ano do ensino médio.
2. A cada bimestre os alunos em duplas são direcionados pelo professor para realizar pesquisas referentes ao conteúdo do bimestre, na sala de tecnologia.
3. Na pesquisa o aluno deve utilizar todos os recursos disponíveis na sala de tecnologia, tais como:
a) Textos, slides realizados com recursos do power point ou movie maker, imagem e som.
b) Após a realização da pesquisa o aluno deve postar o seu trabalho no blog.
c) Durante o ano letivo as duplas deverão visitar os blogs dos colegas de sala e poderá fazer comentários sobre os trabalhos postados pelos colegas de sala.

Recursos Utilizados:
Computadores, internet, data-show, livro-didático, pen-drive, cd.


Avaliação
A avaliação dos trabalhos pelo professor, são realizadas a partir de visitas nos blogs dos alunos e de comentários. Para isso é necessário que o professor torna-se seguidor dos blogs dos alunos.

3 comentários:

  1. Gota d'água (Chico Buarque)
    Já lhe dei meu corpo, minha alegria

    Já estanquei meu sangue quando fervia

    Olha a voz que me resta

    Olha a veia que salta

    Olha a gota que falta pro desfecho da festa

    Por favor

    Deixe em paz meu coração

    Que ele é um pote até aqui de mágoa

    E qualquer desatenção, faça não

    Pode ser a gota d'água

    Deixe em paz meu coração

    Que ele é um pote até aqui de mágoa

    E qualquer desatenção, faça não

    Pode ser a gota d'água

    Já lhe dei meu corpo, minha alegria

    Já estanquei meu sangue quando fervia

    Olha a voz que me resta

    Olha a veia que salta

    Olha a gota que falta pro desfecho da festa

    Por favor

    Deixe em paz meu coração

    Que ele é um pote até aqui de mágoa

    E qualquer desatenção, faça não

    Pode ser a gota d'água

    Pode ser a gota d'água

    Essa música do Chico Buarque também fala sobre a ditadura, sobre a repressão da época. Ele diz "já lhe dei meu copo, minha alegria" quer dizer, a alegria dele foi arrancada. "Por favor, deixe em paz o meu coração" ele diz, e esse era o desejo de cada um, que todo aquele sofrimento acabasse. O próprio nome da musica se refere à época, como ele diz na letra, "pode ser a gota d'água", quer dizer, as pessoas já tinham aguentado muitas coisas, sem poder se expressar. "Já estanquei meu sangue quando fervia" ele diz, esse sangue fervendo, se refere ao desejo de lutar pelos direitos, lutar para que tuda aquela situação acabasse. "Deixe em paz meu coração, que ele é um pote até aqui de mágoa" cada um estava "ferido", por todas as coisas que estavam acontecendo, cheios de mágoa. "E qualquer desatenção, faça não, pode ser a gota d'água" quer dizer que as pessoas já tinham passado por muita coisa, e qualquer outra que acontecesse, podia ser a gota d'água, ou seja, a população já não aguentava mais toda aquela tortura, toda aquela repressão.

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  2. Durante a ditadura militar, qualquer manifestação ou organização feita para se mostrar contrário ao movimento ditatorial político da época, era censurado.A música foi uma forma de expressar sentimentos de indignação e repúdio à situação política brasileira. Porém a música em si não bastava. Era necessário escrever e cantar usando metáforas, ironizando e acrescentando palavras sem sentido ou fora do contexto. Crico Buarque, Caetano Velozo, Elis Regina, Geraldo Vandré e muitos outros compositores participaram desse movimento envolvendo a música na época negra do Brasil. Neste cenário a melodias e as letras produzidas no Brasil foram importantíssimas para que o povo se incendiasse e lutasse por um basta na situação.“Pra não dizer que não falei das flores” foi uma das músicas censuradas na época da ditadura. Geraldo Vandré (ou Geraldo Pedrosa de Araújo Dias), ao exibir o primeiro acorde dessa música no festival, foi vaidado. Posteriormente, aplaudido de pé. A música, com letra inflamada, desafia e chama o povo brasileiro para a luta. A letra de Vandré estava pronta para serem repetidos nas passeatas, nos bares e encontros populares/estudantis: “Há soldados armados amados ou não/ Quase todos perdidos de armas na mão/ Nos quartéis lhes ensinam/ Uma antiga lição/ De morrer pela pátria/ E viver sem razão/ Vem, vamos embora/ Que esperar não é saber/ Quem sabe faz a hora/ Não espera acontecer”.

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  3. Fim da Era Militar
    O Brasil era governado, desde 1964, por um sistema militar, caracterizado pela repressão política, altos investimentos no crescimento industrial e no nacionalismo exacerbado. No ápice da ditadura militar, no início da década de 1970, o Brasil passava por um período de milagre econômico, com taxas de crescimento anual do PIB beirando 8%, comandado por um governo centralizado, repressor e desenvolvimentista.
    Entretanto, por causa de crises econômicas internacionais a partir de 1973 (crise do petróleo), o forte crescimento econômico brasileiro foi interrompido, e a pressão social passou a aumentar. Demandas da classe média por maiores liberdades, pelo fim da censura, pela anistia e pelo controle da inflação, foram desestabilizando o governo brasileiro até o fim da década. O governo passou a estruturar, então, uma lenta transmissão para a democracia. Iniciada pelo presidente Ernesto Geisel, em 1976, algumas liberdades foram devolvidas ao povo brasileiro, mas vagarosamente.

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